Segundo nota informativa, Carolina Alves alertou para dificuldades na articulação com serviços de saúde, nomeadamente contactos dirigidos a centros de saúde e hospitais, que “têm ficado sem resposta, comprometendo uma intervenção mais precoce junto das grávidas”.
Entre os pedidos de ajuda que chegam ao Centro de Apoio à Vida, encontram- -se situações de adolescentes de 15 e 16 anos, famílias monoparentais e mulheres imigrantes sem rede de suporte familiar, cuja vulnerabilidade é agravada pelo “isolamento social, dificuldades de acesso à habitação e obstáculos ao acompanhamento médico durante a gravidez”.
Esta resposta social acompanha perto de 60 famílias nos concelhos do Montijo, Alcochete, Moita e Barreiro, apesar de o acordo com a Segurança Social ser para 40, aguardando há mais de dois anos autorização para abrir uma casa de acolhimento já equipada. “Precisamos de articulação efetiva com os serviços de saúde, de apoios ajustados às famílias e de uma resposta que permita abrir a casa de acolhimento”, apelou o provedor.
Voz das Misericórdias