A Santa Casa da Misericórdia de Olhão inaugurou a primeira fase das obras para melhorias do Centro Infantil Maria Helena Rufino

A Misericórdia de Olhão concluiu no final de dezembro a primeira fase de remodelação do Centro Infantil Maria Helena Rufino. As obras tiveram o objetivo de criar melhores condições de conforto para as 114 crianças e funcionários de um edifício que permanecia praticamente inalterado desde 1959. "Os pais que andaram aqui diziam que o infantário estava igual desde há 20 ou 30 anos", afirmou Eduardo Cavaco, provedor da Misericórdia de Olhão.

Durante a sessão solene, o provedor destacou o “empenho e dedicação” dos trabalhadores e reafirmou o compromisso da Mesa Administrativa em continuar a renovar as infraestruturas das respostas sociais e em trabalhar com a equipa para “inovação, desenvolvimento e expansão da Misericórdia de Olhão, garantindo os princípios da solidariedade e cooperação ao serviço dos olhanenses”.

A primeira fase desta empreitada centrou-se na modernização das instalações, com a instalação de ar condicionado em todas as salas, substituição dos soalhos antigos de madeira por chão vinílico térmico, renovação das portas originais e implementação de um sistema de deteção de incêndios.

Eduardo Cavaco indicou que as próximas fases exigirão um investimento mais avultado e obras estruturais mais profundas, como a construção de um berçário para dez crianças. No total, as intervenções no centro infantil representam um investimento de cerca de 280 mil euros.

A sessão de inauguração da primeira fase contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Olhão, Ricardo Calé, da diretora do Centro Distrital da Segurança Social de Faro, Margarida Flores, do presidente da CCDR Algarve, José Apolinário, e do presidente da AMAL, António Pina. A UMP fez-se representar com a presença do vice-presidente do Secretariado Nacional, Carlos Andrade, e do presidente do Secretariado Regional de Faro, Armindo Vicente, entre provedores de Misericórdias do distrito.

Na cerimónia, foram homenageadas seis trabalhadoras pelos anos de serviço e dedicação: Anaísa Santos (10 anos), Ana Gomes, Cristina Dionísio e Custódia Domingos (25 anos) e Ana Isabel Calhelha (30 anos).

Voz das Misericórdias, Ricardo Bota