“Queremos honrar o nosso compromisso de maior sustentabilidade e previsibilidade e majorar áreas fundamentais, como a infância e adolescência, terceira idade e deficiência”, sublinhou o primeiro-ministro, Luís Montenegro, no final da manhã, garantindo estar para breve uma nova lei de financiamento do setor social “que enquadre de forma permanente a relação entre o Estado e as instituições, sem humores governativos”. Na área dos cuidados continuados, destacou o empenho do governo na “resolução do subfinanciamento estrutural da rede”.
Na assinatura do documento, o presidente da União das Misericórdias Portuguesas (UMP), Manuel de Lemos, referiu que “está em jogo a comparticipação do Estado sobre o valor justo das respostas sociais”, sendo essencial, neste cumprimento, “a elaboração de uma lei de financiamento” que garanta previsibilidade, estabilidade e sustentabilidade das instituições.
O acordo foi assinado, no Palácio de São Bento, Lisboa, pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, e pelos representantes da UMP, Manuel de Lemos, da União das Mutualidades Portuguesas, Luís Alberto Silva, da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade, Eleutério Alves, e da Confederação Cooperativa Portuguesa, Joaquim Pequicho.
À semelhança de outros anos, a UMP vai dinamizar sessões de esclarecimento com as Misericórdias, em vários pontos do país, cujas datas serão anunciadas em breve.
Saiba mais na Circular 27/2026, enviada hoje à tarde às Misericórdias, via INFO UMP.
Notícia completa na próxima edição do VM.